anemia pode desenvolver para leucemia

Anemia pode evoluir para Leucemia: verdade ou mito?

Muitas pessoas acreditam que a anemia pode evoluir para leucemia, mas na realidade, já queremos deixar bem claro que isso não passa de um mito. Apesar de ambas serem doenças relacionadas ao sangue, não há a possibilidade disso acontecer.

O fato é que a anemia é um dos sintomas dos pacientes com leucemia e, por esse motivo, é necessário realizar exames específicos para não acabar achando que há a presença de uma doença, quando na verdade é a outra.

Vale destacar que as duas doenças possuem causas diferentes e, portanto, não é possível afirmar que a anemia pode evoluir para leucemia, mesmo que seja uma anemia profunda.

Para você entender melhor cada uma das enfermidades e saber a diferença entre elas, continue a leitura de nosso artigo e tire suas dúvidas!

O que é anemia?

A anemia se caracteriza pela diminuição de glóbulos vermelhos no sangue, as chamadas hemácias ou eritrócitos. Essa condição causa redução do fluxo de oxigênio transmitido para os órgãos.

A redução desses elementos ocorre diante da ausência de um ou mais nutrientes essenciais para o nosso organismo, com as mais diversas causas para essa deficiência. O diagnóstico da anemia começa com uma consulta médica para iniciar a investigação, por isso, pode ser solicitado alguns exames. 

Existem vários tipos de anemia, porém a mais comum é chamada Anemia Ferropriva. Ela é causada pela deficiência de ferro, os outros tipos da doença podem estar associados com a ausência de zinco, vitamina B12, proteínas, entre outros.

De acordo um estudo da Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, a anemia é mais comum em mulheres em idade reprodutiva, idosos ou pessoas com doenças psiquiátricas (demência).

Sintomas e tratamentos da anemia

Entre os sintomas estão: fadiga, falta de ar, vertigens, palidez, batimento cardíaco acelerado e tontura.

O tratamento depende da causa e do tipo de anemia, mas normalmente está baseado em tomar suplementos e seguir uma dieta específica para a reposição dos nutrientes ausentes no organismo.

Em alguns casos e dependendo do tipo, pode ser necessário também transfusões de sangue para aumentar os níveis de glóbulos vermelhos.

Leucemia

A leucemia é um tipo de câncer dos glóbulos brancos que atinge a medula óssea, causando o acúmulo de células doentes em substituição às células sanguíneas normais. Geralmente tem causa desconhecida.

A doença se apresenta em diversos tipos, entre eles a leucemia linfoblástica aguda, leucemia linfocítica crônica e leucemia mieloide aguda.

Sintomas e tratamentos da leucemia

Quando a leucemia é do tipo que se desenvolve lentamente, é normal que o paciente não apresente sintomas. Já no caso de a doença crescer rapidamente, os principais sintomas são: fadiga, pequenas infecções, perda de peso, sangramentos na gengiva e no nariz, e hematomas pelo corpo.

O tratamento, assim como no caso da anemia, depende do seu tipo. Normalmente, é preciso fazer quimioterapia e radioterapia. Há também os casos em que a melhor opção é o transplante de células-tronco. Apenas o médico hematologista que acompanha o caso é capaz de orientar o melhor tratamento.

Diagnóstico da anemia e da leucemia

O diagnóstico de anemia começa com uma consulta médica para iniciar a investigação, por isso, pode ser solicitado alguns exames, como hemograma, exame de sangue que irá verificar a hemoglobina e glóbulos vermelhos, entre outros.

No caso da leucemia, ele é mais complexo. O primeiro exame a ser feito também será o hemograma, mas é necessário realizar outros exames para confirmar a doença, como o mielograma ou biópsia da medula.

Agora que você já sabe que a ideia de que a anemia pode evoluir para leucemia não é verdade, pode ficar mais tranquilo diante da existência dos sintomas deste problema de saúde. No entanto, é muito importante destacar que ambas as doenças exigem muitos cuidados e diagnósticos logo no início, já que podem levar a graves complicações.

Diante de qualquer sintoma, procure um médico o quanto antes para a realização de exames e tratamento adequado.

Para esclarecer outras dúvidas, não deixe de acompanhar nosso blog!

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